Apocalipse

Monte onde judeus pretendem erguer o Terceiro Templo é local de disputa com muçulmanos


A construção do Terceiro Templo em Jerusalém esbarra em uma questão muito delicada: o local onde os templos anteriores foram erguidos hoje é ocupado por palestinos, e há mesquitas em funcionamento na área. E a disputa por espaço tem gerado conflitos entre judeus e muçulmanos.
O chamado Monte do Templo abriga, o que é hoje, o terceiro lugar mais sagrado para o islamismo depois de Meca e Medina: a mesquita de Al-Aqsa (foto).
No final de julho, durante o Tishá Beav, um confronto entre palestinos e israelenses precisou da intervenção da Polícia local, que usou bombas de efeito moral para dispersar o tumulto.
Tishá Beav é o dia do calendário judaico escolhido para chorar a destruição dos Templos Sagrados, o primeiro no ano 586 A.C., pelas mãos dos babilônios, e o segundo, no ano 70 D.C., pelos romanos.
A violência eclodiu depois que um grupo de judeus visitou o local onde os templos sagrados foram erguidos milênios atrás, como parte da celebração do Tishá Beav. Como o local hoje abriga uma mesquita, o confronto foi inevitável.
Novos conflitos não estão descartados, uma vez que rabinos ortodoxos ligados ao Instituto do Templo vêm arrecadando fundos para construção do chamado Terceiro Templo, e pretendem obter autorização das autoridades israelenses para levar o projeto adiante, o que implicaria na demolição da mesquita de Al-Aqsa.
Hoje, no local, resta apenas uma parte do muro que guardava os templos destruídos, e o local é o famoso Muro das Lamentações, onde judeus vão fazer suas orações, e turistas, suas fotos.
Desde 1967 os judeus são proibidos de fazer orações no local. Na época, após a Guerra dos Seis Dias, Israel retomou o controle de Jerusalém, mas teve que concordar com a entrega do controle do Monte do Templo à Jordânia, para impedir que a mesquita fosse destruída.
Recentemente, em prevenção a conflitos religiosos, Israel proibiu que homens muçulmanos com idades entre 16 e 60 anos acessassem o local.
Se para os judeus é o local é importante pela localização do Templo, onde era guardada a Arca do Tesouro, para os muçulmanos é sagrado pela crença de que o profeta Maomé tenha ascendido ao céu a partir de uma rocha no local, que hoje é conhecido pela dourada “Cúpula da Rocha”, construída em 685 D. C.

Evangelista lista cinco equívocos sobre a oração que “precisam ser corrigidos”

A oração é uma das práticas que definem o cristianismo e, em síntese, representa o cultivo de uma relação íntima e pessoal do crente com Deus. O evangelista Jay Lowder publicou um artigo em que lista “cinco equívocos sobre oração que precisam ser corrigidos”.
Lowder e fundador de um ministério cristão que trabalha com missões voltadas a jovens e tem como objetivo “alcançar os diversos grupos de pessoas com a mensagem de Jesus Cristo”.
Para o evangelista, é comum os cristãos confundirem a oração com um diálogo em que o assunto é sempre o futuro daquele que ora e suas necessidades. Confira os cinco pontos listados por Jay Lowder sobre a oração:
A oração não é sobre a mudança de Deus, mas sobre você
“Nós não devemos ir a Deus em oração para que Ele saiba sobre nossa situação ou para informá-lo de que ele precisa fazer algo. Deus é onipresente e onisciente e já conhece as nossas necessidades. A oração é o processo pelo qual Deus nos dá Sua perspectiva. É um momento para transformar os nossos corações e mentes e permitir-nos orar de acordo com a Sua vontade. Nosso desejo não deve ser que a nossa vontade seja feita, mas que a vontade de Deus seja feita na terra como no céu”.

A oração não é sobre as suas necessidades

“Na oração, devemos primeiro buscar a vontade de Deus para saber onde devemos colocar nossa fé. Muitas pessoas se aproximam da oração com a incerteza de saber se as suas orações serão respondidas. Antes que possamos orar eficazmente, devemos atribuir fé às nossas orações, e nós não podemos ter isso sem a certeza de que estamos orando por aquilo que Deus quer.
Um ponto de partida é pedir a Deus sobre as zonas cinzentas da vida. Devemos pedir a Deus para nos mostrar a Sua vontade. Assim que tivermos respostas sobre o que Ele quer que façamos, podemos anexar fé, e assim conhecer e confiar em Deus, que responderá nossas orações, porque, Ele já nos mostrou a Sua vontade”.

A oração não é só sobre você

“Certifique-se que a oração está focada em outras pessoas. É fácil de se atolar com nossas próprias petições e pedidos, mas Deus deseja que nós coloquemos outras pessoas antes de nós mesmos. Esse conceito está especificamente alinhado nas Escrituras e diz que devemos considerar os outros superiores a nós mesmos. Que melhor maneira de fazer isso do que colocando primeiro os outros em nossas orações?”.

A oração não é apenas para falar, mas também ouvir

“Ouvir é uma parte crítica da oração. É importante para meditar, ficar quieto e não ter uma conversa unilateral. Nada é mais desanimador do que se envolver com alguém que domina uma conversa. Isto também se aplica em oração. Deus quer falar conosco. Devemos ser todos ouvidos e praticar a arte de ficar quieto e imóvel diante de Deus. Quando fazemos isso, nós nos surpreenderemos com o número de vezes durante a meditação que Deus fale conosco”.

A oração não é apenas sobre o futuro

“É vital que expressemos gratidão a Deus pelo que já foi feito. É fácil simplesmente se concentrar em nossas necessidades, mas devemos reservar uma parte do nosso tempo de oração para sempre dizer a Deus como somos gratos por nos ouvir e responder às nossas necessidades anteriores. Nós precisamos ter um coração agradecido.
Quando começamos a entender essas verdades sobre a oração, vamos ser mais eficazes no alinhamento de nossos corações e conversas com a vontade de Deus, em vez de ser impedidos de ter uma profunda conversa pessoal com Cristo. Deus nos criou como um povo que ama a comunidade, e Ele quer ter o mesmo relacionamento íntimo conosco”.

http://noticias.gospelmais.com.br/evangelista-cinco-equivocos-sobre-oracao-confira-71868.html

O MONOPÓLIO DA FÉ

Em cada ação, cada palavra e cada atitude do Mestre podemos aprender lições que trazem vida e crescimento espiritual. Lições que nos ensinam a desmistificar falsos conceitos, identificar sofismas e desmascarar o erro.
Um episódio dentro do ministério de Jesus que nos chama a atenção é a ressurreição do único filho de uma viúva da cidade de Naim, na Galiléia. De acordo com os relatos bíblicos, foi o primeiro milagre de ressurreição feito pelo Ungido e ocorreu logo no início de Seu ministério:
"E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão; E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.
E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife ( e os que o levavam pararam ), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.  E entregou-o a sua mãe.
E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo" (Lucas 7:11-16)
   O MONOPÓLIO DOS MILAGRES            

Algumas vezes eu ouvi pregações sobre esse tema, destacando principalmente a oposição entre a tristeza daqueles que, sem esperança, sofriam com morte de um conterrâneo, e a alegria daqueles que, não obstante sofrerem perseguições e tribulações, seguiam o Senhor Jesus.
Sem dúvidas, naquele dia em Naim duas multidões se encontraram e os sentimentos que pairavam sobre cada uma delas era bem diferente.
De um lado a morte e a desesperança, do outro a vida eterna e a fé. Duas multidões e duas realidades diferentes.

Porém, o que também chama a atenção neste milagre é a posição da viúva, de quem o evangelista sequer cita o nome, em relação ao Messias.
Podemos ver, analisando todo o contexto, que aquela mulher não era discípula de Jesus. Ela não estava entre aqueles que seguiam o Messias em sua caminhada pela Galiléia, até porque Jesus estava principiando seu ministério e começando a ficar conhecido pelo povo galileu. 
Isso nos ensina algo muito importante. Nenhum grupo ou igreja (assembléia de pessoas que se reúne em nome de Jesus), deve chamar para si o monopólio dos milagres.
Vemos com pesar que muitos utilizam os milagres de Deus como elemento de marketing, tentando passar a idéia subliminar de que os milagres do Altíssimo estão concentrados em determinado lugar.
A ressurreição do filho da viúva de Naim nos ensina que o milagre do Eterno Pai não está subordinado a locais ou assembléias, e sim à vontade Dele.
Milagres acontecem todos os dias e em qualquer lugar. Onde houver uma necessidade humana e a vontade do Criador assim o quiser, haverá um milagre!

O Salvador sabia muito bem que aquela viúva dependia de seu filho. Ao contrario do que observamos atualmente, dias em que, devido ao desemprego da população economicamente ativa, os aposentados muitas vezes sustentam filhos e netos com os seus proventos, nos dias da viúva de Naim os filhos eram a verdadeira aposentadoria de seus pais.
Não havia seguridade social nem aposentadoria privada. Aos filhos cabia cuidar de seus progenitores quando estes não tivessem mais condições de trabalhar. Agora imagine a situação daquela viúva. Não tinha esposo e seu único filho havia perecido...
A partir daquele momento, ela teria que sobreviver dependendo da ajuda, por não dizer esmola, de amigos, caso os tivesse. As Escrituras revelam que o coração do Messias, o qual sabia de tudo isso e tudo o mais, se moveu de compaixão.
Quando o Eterno Pai se compadece, o milagre acontece. Ninguém pode ter o monopólio do amor e compaixão do Senhor. Nenhum grupo pode chamar para si essa exclusividade ou preeminência. Em 
sua infinita soberania, Ele age como quer e onde quer.

O MONOPÓLIO DA FÉ     

As Escrituras revelam que sem fé é impossível agradar ao Criador e que Ele é galardoador dos que o buscam.
O próprio evangelho da graça tem na fé no Senhor Jesus o canal para nossa salvação. Quem não crer, será condenado. Sem dúvidas, a fé é um requisito fundamental para relacionar-nos com o Pai e viver as suas bênçãos e milagres. É da fé que vivemos! (Romanos 1:17).
Mas, estaria o Criador subordinado à fé humana para agir? Esta pergunta pode parecer descabida ou infantil, porém, por incrível que pareça, muitos atualmente têm respondido afirmativamente a ela. O Altíssimo só pode agir quando há fé!!!

Pessoalmente, já vi e ouvi muitos dizerem isso, principalmente aqueles que fazem parte ou simpatizam movimentos que colocam a fé humana acima da soberania divina.
Num certo fórum que participei há alguns anos na internet, me deparei com essa situação. O tema era relacionado à fé e aos milagres. Alguns dos participantes defendiam que apenas através da fé os milagres divinos poderiam ocorrer.
Para sustentar tal idéia, até mesmo "bases" bíblicas foram achadas, como as passagens de Mateus 13:58 e Marcos 6:5-6, que mostram a falta de fé e a rejeição dos habitantes de Nazaré ao Senhor, fazendo com que Ele não operasse muitos milagres ali.
Mas, e se o Messias quisesse realizar algum milagre, através de sua soberania, não poderia tê-lo feito naquelas cidades, mesmo sem contar com a fé de seus habitantes? Não! Diriam aqueles que defendem a subordinação do Criador à fé do homem.

Então, o que falar do episódio ocorrido naquele dia em Naím? O Salvador ressuscitou aquele jovem porque alguém teve fé? Quem ler de uma forma equilibrada a passagem em questão verá que a iniciativa da ação miraculosa partiu do próprio Senhor.
Ninguém se prostrou a seus pés rogando-lhe um milagre. Ninguém "determinou" ou "reivindicou" o milagre de Cristo naquela ocasião. O Mestre agiu porque quis.
A misericórdia Dele transcende o nosso entendimento e ai daquele que queira limitá-la dentro de suas teses teológicas.
O Pai Eterno não está subordinado a nossa vontade. O agir do Altíssimo não depende necessariamente de nossa fé, mas sempre gerará fé naqueles que vivem essa ação. Imaginamos como deve ter mudado a história daquela viúva e de seu filho.
Como o dia a dia daquela pequena cidade da Galiléia foi abalado por aquele milagre que nasceu no coração amoroso do Senhor Jesus. 
Que possamos continuar vivendo a fé que foi dada aos santos (Judas 3) e usar essa fé no dia a dia. Mas, ao mesmo tempo, que possamos reconhecer e celebrar a soberania do Senhor. Ele age como, quando e com quem quiser.

O apocalipse segundo a "Bíblia" No início da era cristã, por volta dos anos 90, uma onda de opressão e violência patrocinada pelo Império Romano alvejava a comunidade judaico-cristã do Mediterrâneo Rodrigo Cardoso




METÁFORAS
“Os quatro cavaleiros do apocalipse”, de Billie Waters

No início da era cristã, por volta dos anos 90, uma onda de opressão e violência patrocinada pelo Império Romano alvejava a comunidade judaico-cristã do Mediterrâneo. O clima hostil serviu de inspiração para um dos perseguidos, João de Patmos, redigir um conjunto de textos sobre a história que se passava a sua frente. A obra, intitulada Apocalipse, compõe o último livro da “Bíblia”. Nela, João faz uma leitura econômica, política e social do momento do conflito, explica as causas dele e anuncia como será o fim daqueles dias: a vitória dos que sofriam, do bem sobre o mal. A cada capítulo, o autor procurava passar uma mensagem de conforto que, longe de produzir conformismo, pretendia ajudar o povo a entender aquela situação, resistir e enfrentá-la. Algo como “continue na luta que você vencerá”.

Mais do que o fim do mundo, o Apocalipse de João anunciava, portanto, o fim dos que mandavam no mundo. Acontece que o Apocalipse (apokálypsis, em grego, significa revelação) e outros textos do gênero – que começaram a surgir pelo menos 200 anos antes do de João – são férteis em metáforas e passagens fantásticas. E é esse traço que dá margem a interpretações acerca do fim dos tempos por parte de diferentes correntes religiosas. Personagens e passagens como a besta (que seria, muito provavelmente, o imperador Nero, segundo o Apocalipse de João), o dragão que persegue os descendentes de uma mulher (a Igreja Católica), o cordeiro (Jesus Cristo) enviado dos céus para julgar os homens e os mil anos de paz na Terra vão sendo relidos ao mesmo tempo que fatos históricos, como a ascensão de Hitler, o comunismo, a Guerra Fria e o 11 de Setembro, ganham contornos de sinais do final de tudo. 

“Para a tradição apocalíptica americana, que se desenvolveu com grupos religiosos como adventistas, batistas e presbiterianos no século XIX, o “Apocalipse” revelaria as fases da história humana, tanto do passado quanto do futuro próximo, no fim dos tempos” , diz Paulo Nogueira, autor de “O que É Apocalipse” (editora Brasiliense). Desta forma o anticristo poderia ser um novo papa ou um novo ditador, ou quem quer que venha a ser entendido por esses grupos como uma ameaça à liberdade religiosa do mundo e, em especial, uma ameaça à identidade deles. Outro estudioso do tema, o professor de teologia Rafael Rodrigues da Silva, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo, reforça a tese com uma indagação: “Qual dos grupos religiosos que leem o fim do mundo estão ajudando o povo a interpretar a crise econômica mundial?” Para ele, leituras fundamentalistas dos textos apocalípticos têm afastado o teor crítico dos escritos antigos e produzido leituras alienantes. “Quando um grupo perseguido não se entrega e diz que vai vencer em nome de Deus, está fazendo resistência. Aqui, hoje, aplicam a história para alienar, fecham a doutrina na questão da salvação e o foco principal do apocalipse – que é ajudar o povo a enxergar o atual momento e fazer o enfrentamento – é esquecido.” 

Alexandre Leone, pesquisador do Centro de Estudos Judaicos da Universidade de São Paulo (USP), acredita que a crise econômica seria o fim do mundo do nosso tempo. Entre os judeus, os textos de caráter apocalíptico se encontram no Livro de Daniel, no Antigo Testamento, e não no de João. Em comum com os escritos seguidos pelos católicos estão, entre outros pontos, a vinda de um juiz, no caso o Messias, e a ideia de que a história caminha para o seu final. A batalha do bem contra o mal, porém, não tem destaque na literatura rabínica. 

“A natureza não muda, ou seja, não há de fato um fim do mundo, mas um mundo novo, um conserto dele”, afirma Leone, rabino da comunidade judaica de Alphaville. A ideia de arrumar o mundo foi elaborada por rabinos originários da Península Ibérica, de onde os judeus foram expulsos no século XV. “Não pode haver uma vitória de uma corrente – isso acabaria com o equilíbrio das coisas. O mal tem de existir solto no mundo porque é nessa dança que tudo acontece”, diz Leone. 

Religião monoteísta como o catolicismo e o judaísmo, o islã também conta com uma teologia apocalíptica. Segundo o “Alcorão” e as profecias de profetas como Jesus, Abraão e Mohammad – existem, no total, 124 mil profetas –, Deus daria pequenos sinais (como a banalização da vida e da morte, as mudanças climáticas bruscas e o fato de o homem imitar a mulher na maneira de se vestir) e grandes avisos (a vinda do anticristo, o retorno de Jesus, a grande guerra mundial, a inversão da rotação da Terra e o nascimento do Sol no Ocidente) da proximidade do fim dos dias. Os muçulmanos aguardariam o retorno de Jesus, que eliminaria o anticristo. Um reino de paz se estabeleceria até um novo tempo de injustiças se reiniciar. Cristo, então, morreria e com ele seus fiéis. Na Terra restariam os injustos, que seriam eliminados no fim do mundo. “Estamos próximos do fim dos tempos. É difícil eu ver algum pequeno sinal dado por Deus que já não esteja entre nós”, diz o sheik Jihad Hammadeh. As crises do Oriente Médio, o clima de tensão no Iraque e a expulsão dos palestinos para a criação de Israel, em meados do século passado, são interpretados pela literatura islâmica, de acordo com o antropólogo Paulo Hilu, coordenador do Núcleo de Estudos sobre o Oriente Médio da Universidade Federal Fluminense, como alguns dos sinais. 

Hammadeh, que é presidente da comissão de ética da União Nacional Islâmica, reforça que somente Deus tem o poder de precisar quando as profecias irão se concretizar. Nogueira, em “O que É Apocalipse”, segue esse roteiro e escreve que calcular tempos em que as pragas anunciadas pelo Apocalipse de João viriam a acontecer é “deixar de levar em consideração a linguagem mítica em que o ‘Apocalipse’ foi concebido”. No entanto, a humanidade vive com a perspectiva de que o mundo caminha para o fim, de que há forças antagônicas contribuindo para isso e se esquece de atentar para a salvação dos eleitos. “Aquele que lê o Apocalipse não pode viver a vida esperando o consolo após a morte. Deve procurar a justiça aqui”, diz o cônego Celso Pedro da Silva, especialista em Sagrada Escritura. “Se quer que os mil anos de paz e tranquilidade também previstos no Apocalipse aconteçam, tem de aprender a vencer o dragão agora.”  

http://www.istoe.com.br/reportagens/184615_O+APOCALIPSE+SEGUNDO+A+BIBLIA+




  DEZ PASSOS PARA SE TORNAR UM PACIFICADOR Publicado em   17 de abril de 2020   por   Celebrando Restauração 1. ANDAR HUMILDEMENTE E isto vo...

Postagens Mais Visitadas