Cale a Boca! Você não quer saber disso.
AO TER UM ENCONTRO ESPECIAL COM DEUS, ACEITEI O CHAMADO PARA O MINISTÉRIO E NO DIA 31 DE DEZEMBRO DE 2006, RECEBI MINHA ORDENAÇÃO MINISTERIAL. ATUALMENTE APOIAMOS UM PROJETO MISSIONÁRIO NA ÁFRICA, CHAMADO S.O.S ÁFRICA DA IGREJA NOVA ALIANÇA, ONDE ESTIVE POR DUAS VEZES, O PROJETO EXISTE HÁ 30 ANOS. TENHO FORMAÇÃO ACADÊMICA EM TEOLOGIA PELA FTN. ATUALMENTE CURSO UM SEMINÁRIO SEESBI - BEITEL El SHAMAH. DESDE 2013 SOU PASTOR PRESIDENTE FUNDADOR, DA IGREJA PROJETO DE DEUS EM SÃO CARLOS – SP. SOU CASADO A MAIS DE 13 ANOS, TENHO DUAS FILHAS E TRABALHAMOS JUNTOS, PARA AJUDAR A SOCIEDADE COMO NOSSO SENHOR JESUS, NOS ORDENOU.
O Cuidado dos Pobres e Necessitados
Am 5.12-14 "Porque sei que
são muitas as vossas transgressões e enormes os vossos pecados; afligis o justo,
tomais resgate e rejeitais os necessitados na porta. Portanto, o que for
prudente guardará silêncio naquele tempo, porque o tempo será mau. Buscai o bem
e não o mal, para que vivais; e assim o Senhor, o Deus dos Exércitos, estará
convosco, como dizeis."
Neste mundo, onde há tanto ricos quanto pobres, freqüentemente os que têm abastança material tiram proveito dos que nada têm, explorando-os para que os seus lucros aumentem continuamente (ver Sl 10.2, 9,10; Is 3.14,15; Jr 2.34; Am 2.6,7; 5.12,13; Tg 2.6). A Bíblia tem muito a dizer a respeito de como os crentes devem tratar os pobres e necessitados.
O ZELO DE DEUS PELOS POBRES E NECESSITADOS. Deus tem expressado de várias maneiras seu grande zelo pelos pobres, necessitados e oprimidos.
(1) O Senhor Deus é o seu defensor. Ele mesmo revela ser deles o refúgio (Sl 14.6; Is 25.4), o socorro (Sl 40.17; 70.5; Is 41.14), o libertador (1Sm 2.8; Sl 12.5; 34.6; 113.7; 35.10; cf. Lc 1.52,53) e provedor (cf. Sl 10.14; 68.10; 132.15).
(2) Ao revelar a sua Lei aos israelitas, mostrou-lhes também várias maneiras de se eliminar a pobreza do meio do povo (ver Dt 15.7-11 nota). Declarou-lhes, em seguida, o seu alvo global: "Somente para que entre ti não haja pobre; pois o SENHOR abundantemente te abençoará na terra que o SENHOR, teu Deus, te dará por herança, para a possuíres" (Dt 15.4). Por isso Deus, na sua Lei, proibe a cobrança de juros nos empréstimos aos pobres (Êx 22.25; Lv 25.35,36). Se o pobre entregasse algo como "penhor", ou garantia pelo empréstimo, o credor era obrigado a devolver-lhe o penhor (uma capa ou algo assim) antes do pôr-do-sol. Se o pobre era contratado a prestar serviços ao rico, este era obrigado a pagar-lhe diariamente, para que ele pudesse comprar alimentos a si mesmo e à sua família (Dt 24.14,15). Durante a estação da colheita, os grãos que caíssem deviam ser deixados no chão para que os pobres os recolhessem (Lv 19.10; Dt 24.19-21); e mais: os cantos das searas de trigo, especificamente, deviam ser deixados aos pobres (Lv 19.9). Notável era o mandamento divino de se cancelar, a cada sete anos, todas as dívidas dos pobres (Dt 15.1-6). Além disso, o homem de posses não podia recusar-se a emprestar algo ao necessitado, simplesmente por estar próximo o sétimo ano (Dt 15.7-11). Deus, além de prover o ano para o cancelamento das dívidas, proveu ainda o ano para a devolução de propriedades — o Ano do Jubileu, que ocorria a cada cinqüenta anos. Todas as terras que tivessem mudado de dono desde o Ano do Jubileu anterior teriam de ser devolvidas à família originária (ver Lv 25.8-55). E, mais importante de tudo: a justiça haveria de ser imparcial. Nem os ricos nem os pobres poderiam receber qualquer favoritismo (Êx 23.2,3,6; Dt 1.17; cf. Pv 31.9). Desta maneira, Deus impedia que os pobres fossem explorados pelos ricos,
e garantia um tratamento justo aos necessitados (ver Dt 24.14 nota).
(3) Infelizmente, os israelitas nem sempre observavam tais leis. Muitos ricos tiravam vantagens dos pobres, aumentando-lhes a desgraça. Em conseqüência de tais ações, o Senhor proferiu, através dos profetas, palavras severas de juízo contra os ricos (ver Is 1.21-25; Jr 17.11; Am 4.1-3; 5.11-13; Mq
2.1-5; Hc 2.6-8; Zc 7.8-14).
A RESPONSABILIDADE DO CRENTE NEOTESTAMENTÁRIO DIANTE DOS POBRES E
NECESSITADOS. No NT, Deus também ordena a seu povo que evidencie profunda solicitude pelos pobres e necessitados, especialmente pelos domésticos na fé.
(1) Boa parte do ministério de Jesus foi dedicado aos pobres e desprivilegiados na sociedade judaica. Dos oprimidos, necessitados, samaritanos, leprosos e viúvas, ninguém mais se importava a não ser Jesus (cf. Lc 4.18,19; 21.1-4; Lc 17.11-19; Jo 4.1-42; Mt 8.2-4; Lc 17.11-19; Lc 7.11-15; 20.45-47). Ele condenava duramente os que se apegavam às possessões terrenas, e desconsideravam os pobres (Mc 10.17-25; Lc 6.24,25; 12.16-20; 16.13-15,19-31; ver o estudo RIQUEZA E POBREZA).
(2) Jesus espera que seu povo contribua generosamente com os necessitados (ver Mt 6.1-4). Ele próprio praticava o que ensinava, pois levava uma bolsa da qual tirava dinheiro para dar aos pobres (ver Jo 12.5,6; 13.29). Em mais de uma ocasião, ensinou aos que o queriam seguir a se importarem com os marginalizados econômica e socialmente (Mt 19.21; Lc 12.33; 14.12-14,16-24; 18.22). As contribuições não eram consideradas opcionais. Uma das exigências de Cristo para se entrar no seu reino eterno é mostrar-se generoso para com os irmãos e irmãs que passam fome e sede, e acham-se nus (Mt 25.31-46).
(3) O apóstolo Paulo e a igreja primitiva demonstravam igualmente profunda solicitude pelos necessitados. Bem cedo, Paulo e Barnabé, representando a igreja em Antioquia da Síria, levaram a Jerusalém uma oferta aos irmãos carentes da Judéia (At 11.28-30). Quando o concílio reuniu-se em Jerusalém, os anciãos recusaram-se a declarar a circuncisão como necessária à salvação, mas sugeriram a Paulo e aos seus companheiros "que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência" (Gl 2.10). Um dos alvos de sua terceira viagem missionária foi coletar dinheiro "para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém" (Rm 15.26). Ensinava as igrejas na Galácia e em Corinto a contribuir para esta causa (1Co 16.1-4). Como a igreja em Corinto não contribuisse conforme se esperava, o apóstolo exortou demoradamente aos seus membros a respeito da ajuda aos pobres e necessitados (2Co 8;9). Elogiou as igrejas na Macedônia por lhe terem rogado urgentemente que lhes deixasse participar da coleta (2Co 8.1-4; 9.2). Paulo tinha em grande estima o ato de contribuir. Na epístola aos Romanos, ele arrola, como dom do Espírito Santo, a capacidade de se contribuir com generosidade às necessidades da obra de Deus e de seu povo (ver Rm 12.8 nota; ver 1Tm 6.17-19).
Neste mundo, onde há tanto ricos quanto pobres, freqüentemente os que têm abastança material tiram proveito dos que nada têm, explorando-os para que os seus lucros aumentem continuamente (ver Sl 10.2, 9,10; Is 3.14,15; Jr 2.34; Am 2.6,7; 5.12,13; Tg 2.6). A Bíblia tem muito a dizer a respeito de como os crentes devem tratar os pobres e necessitados.
O ZELO DE DEUS PELOS POBRES E NECESSITADOS. Deus tem expressado de várias maneiras seu grande zelo pelos pobres, necessitados e oprimidos.
(1) O Senhor Deus é o seu defensor. Ele mesmo revela ser deles o refúgio (Sl 14.6; Is 25.4), o socorro (Sl 40.17; 70.5; Is 41.14), o libertador (1Sm 2.8; Sl 12.5; 34.6; 113.7; 35.10; cf. Lc 1.52,53) e provedor (cf. Sl 10.14; 68.10; 132.15).
(2) Ao revelar a sua Lei aos israelitas, mostrou-lhes também várias maneiras de se eliminar a pobreza do meio do povo (ver Dt 15.7-11 nota). Declarou-lhes, em seguida, o seu alvo global: "Somente para que entre ti não haja pobre; pois o SENHOR abundantemente te abençoará na terra que o SENHOR, teu Deus, te dará por herança, para a possuíres" (Dt 15.4). Por isso Deus, na sua Lei, proibe a cobrança de juros nos empréstimos aos pobres (Êx 22.25; Lv 25.35,36). Se o pobre entregasse algo como "penhor", ou garantia pelo empréstimo, o credor era obrigado a devolver-lhe o penhor (uma capa ou algo assim) antes do pôr-do-sol. Se o pobre era contratado a prestar serviços ao rico, este era obrigado a pagar-lhe diariamente, para que ele pudesse comprar alimentos a si mesmo e à sua família (Dt 24.14,15). Durante a estação da colheita, os grãos que caíssem deviam ser deixados no chão para que os pobres os recolhessem (Lv 19.10; Dt 24.19-21); e mais: os cantos das searas de trigo, especificamente, deviam ser deixados aos pobres (Lv 19.9). Notável era o mandamento divino de se cancelar, a cada sete anos, todas as dívidas dos pobres (Dt 15.1-6). Além disso, o homem de posses não podia recusar-se a emprestar algo ao necessitado, simplesmente por estar próximo o sétimo ano (Dt 15.7-11). Deus, além de prover o ano para o cancelamento das dívidas, proveu ainda o ano para a devolução de propriedades — o Ano do Jubileu, que ocorria a cada cinqüenta anos. Todas as terras que tivessem mudado de dono desde o Ano do Jubileu anterior teriam de ser devolvidas à família originária (ver Lv 25.8-55). E, mais importante de tudo: a justiça haveria de ser imparcial. Nem os ricos nem os pobres poderiam receber qualquer favoritismo (Êx 23.2,3,6; Dt 1.17; cf. Pv 31.9). Desta maneira, Deus impedia que os pobres fossem explorados pelos ricos,
e garantia um tratamento justo aos necessitados (ver Dt 24.14 nota).
(3) Infelizmente, os israelitas nem sempre observavam tais leis. Muitos ricos tiravam vantagens dos pobres, aumentando-lhes a desgraça. Em conseqüência de tais ações, o Senhor proferiu, através dos profetas, palavras severas de juízo contra os ricos (ver Is 1.21-25; Jr 17.11; Am 4.1-3; 5.11-13; Mq
2.1-5; Hc 2.6-8; Zc 7.8-14).
A RESPONSABILIDADE DO CRENTE NEOTESTAMENTÁRIO DIANTE DOS POBRES E
NECESSITADOS. No NT, Deus também ordena a seu povo que evidencie profunda solicitude pelos pobres e necessitados, especialmente pelos domésticos na fé.
(1) Boa parte do ministério de Jesus foi dedicado aos pobres e desprivilegiados na sociedade judaica. Dos oprimidos, necessitados, samaritanos, leprosos e viúvas, ninguém mais se importava a não ser Jesus (cf. Lc 4.18,19; 21.1-4; Lc 17.11-19; Jo 4.1-42; Mt 8.2-4; Lc 17.11-19; Lc 7.11-15; 20.45-47). Ele condenava duramente os que se apegavam às possessões terrenas, e desconsideravam os pobres (Mc 10.17-25; Lc 6.24,25; 12.16-20; 16.13-15,19-31; ver o estudo RIQUEZA E POBREZA).
(2) Jesus espera que seu povo contribua generosamente com os necessitados (ver Mt 6.1-4). Ele próprio praticava o que ensinava, pois levava uma bolsa da qual tirava dinheiro para dar aos pobres (ver Jo 12.5,6; 13.29). Em mais de uma ocasião, ensinou aos que o queriam seguir a se importarem com os marginalizados econômica e socialmente (Mt 19.21; Lc 12.33; 14.12-14,16-24; 18.22). As contribuições não eram consideradas opcionais. Uma das exigências de Cristo para se entrar no seu reino eterno é mostrar-se generoso para com os irmãos e irmãs que passam fome e sede, e acham-se nus (Mt 25.31-46).
(3) O apóstolo Paulo e a igreja primitiva demonstravam igualmente profunda solicitude pelos necessitados. Bem cedo, Paulo e Barnabé, representando a igreja em Antioquia da Síria, levaram a Jerusalém uma oferta aos irmãos carentes da Judéia (At 11.28-30). Quando o concílio reuniu-se em Jerusalém, os anciãos recusaram-se a declarar a circuncisão como necessária à salvação, mas sugeriram a Paulo e aos seus companheiros "que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência" (Gl 2.10). Um dos alvos de sua terceira viagem missionária foi coletar dinheiro "para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém" (Rm 15.26). Ensinava as igrejas na Galácia e em Corinto a contribuir para esta causa (1Co 16.1-4). Como a igreja em Corinto não contribuisse conforme se esperava, o apóstolo exortou demoradamente aos seus membros a respeito da ajuda aos pobres e necessitados (2Co 8;9). Elogiou as igrejas na Macedônia por lhe terem rogado urgentemente que lhes deixasse participar da coleta (2Co 8.1-4; 9.2). Paulo tinha em grande estima o ato de contribuir. Na epístola aos Romanos, ele arrola, como dom do Espírito Santo, a capacidade de se contribuir com generosidade às necessidades da obra de Deus e de seu povo (ver Rm 12.8 nota; ver 1Tm 6.17-19).
(4) Nossa prioridade
máxima, no cuidado aos pobres e necessitados, são os irmãos em Cristo. Jesus
equiparou as dádivas repassadas aos irmãos na fé como se fossem a Ele próprio
(Mt 25.40, 45). A igreja primitiva estabeleceu uma comunidade que se importava
com o próximo, que repartia suas posses a fim de suprir as necessidades uns dos
outros (At 2.44,45; 4.34-37). Quando o crescimento da igreja tornou impossível
aos apóstolos cuidar dos necessitados de modo justo e equânime, procedeu-se a
escolha de sete homens, cheios do Espírito Santo, para executar a tarefa (At
6.1-6). Paulo declara explicitamente qual deve ser o princípio da comunidade
cristã: "Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, mas principalmente
aos domésticos da fé" (Gl 6.10). Deus quer que os que têm em abundância
compartilhem com os que nada têm para que haja igualdade entre o seu povo (2Co
8.14,15; cf. Ef 4.28; Tt 3.14). Resumindo, a Bíblia não nos oferece outra
alternativa senão tomarmos consciência das necessidades materiais dos que se
acham ao nosso redor, especialmente de nossos irmãos em
Cristo.
AO TER UM ENCONTRO ESPECIAL COM DEUS, ACEITEI O CHAMADO PARA O MINISTÉRIO E NO DIA 31 DE DEZEMBRO DE 2006, RECEBI MINHA ORDENAÇÃO MINISTERIAL. ATUALMENTE APOIAMOS UM PROJETO MISSIONÁRIO NA ÁFRICA, CHAMADO S.O.S ÁFRICA DA IGREJA NOVA ALIANÇA, ONDE ESTIVE POR DUAS VEZES, O PROJETO EXISTE HÁ 30 ANOS. TENHO FORMAÇÃO ACADÊMICA EM TEOLOGIA PELA FTN. ATUALMENTE CURSO UM SEMINÁRIO SEESBI - BEITEL El SHAMAH. DESDE 2013 SOU PASTOR PRESIDENTE FUNDADOR, DA IGREJA PROJETO DE DEUS EM SÃO CARLOS – SP. SOU CASADO A MAIS DE 13 ANOS, TENHO DUAS FILHAS E TRABALHAMOS JUNTOS, PARA AJUDAR A SOCIEDADE COMO NOSSO SENHOR JESUS, NOS ORDENOU.
Quanto dinheiro Jogado Fora!!!
Pastor Silas Malafaia fará novas críticas a sites e blogs evangélicos durante seu programa evangelístico Vitória em Cristo.
Vamos usar esta grana meu irmão pra fazer o que a biblia nos pede pra fazer e para e gastar com as paixões que Apostolo Paulo se refere.
Eles nos orientou a gastar, com os orfãos, as viuvas e por assim dizer os necessitados.
Obsurdo.
No próximo sábado, 02 de junho às 12h, o pastor Silas Malafaia veiculará uma edição do programa Vitória em Cristo feito especialmente para responder às críticas a respeito de sua abordagem do cristianismo e atacar blogueiros e sites evangélicos. Essa edição terá continuidade no dia 09 de junho, com o complemento da mensagem veiculada na primeira parte.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
O programa falará da história e ministério do Pastor Silas Malafaia junto à Associação Vitória em Cristo. Ele também apresentará seus argumentos para defender a teologia da prosperidade, dizendo esta ser a doutrina certa a ser pregada aos seguidores de Cristo e desafiará aos críticos que provem que está errado. Malafaia também espera rebater as críticas que vem recebendo desde que se juntou aos pregadores Mike Murdock e Morris Cerullo, conhecidos pela ênfase na mensagem de enriquecimento através do evangelho.
Em 2010, Silas Malafaia afirmou durante uma entrevista à revista Igreja que pastor que não prega a teologia da prosperidade é um “idiota que deveria entregar a credencial”. Já em 2011 disse que blogueiros evangélicos são vagabundos e “filhos do diabo”.
No Twitter, Silas Malafaia enfatizou o desafio lançado há algumas edições do Vitória em Cristo, para que blogs e sites de notícia assistam sua ministração sobre o tema: “E neste sábado, faço um desafio aos blogs e sites evangélicos no programa Vitória em Cristo. Assista!”, publicou o pastor.
O desafio de Malafaia foi considerado por muitos blogueiros e formadores de opinião da blogosfera como “covarde”, pois não abre a possibilidade de diálogo de iguais proporções entre ele e nenhum representante de seus críticos. Há ainda a suspeita de que o desafio seja também uma estratégia de marketing para divulgação de seu site pessoal de notícias.
Para Para o blogueiro Antognoni Misael “somado ao seu lado sarcástico, indomável, arrogante, prepotente, aos poucos outra face [de Silas Malafaia] é revelada: a de covarde”.
Já Marcelo Lemos afirmou que “é um desafio covarde, falso, um palco montado”. Para ele o Pastor Silas deveria abrir “as portas de seu estúdio para uns dois ou três vagabundos – ops! -, quero dizer, blogueiros. Aí sim começaria fazendo o certo, liderando um verdadeiro desafio teológico”.
Marcelo ainda completou dizendo que “seja como for, sua mensagem pré-fabricada não vai apagar as heresias que ele vem divulgando nos últimos anos; o desafio é uma tragédia anunciada”, acredita Marcelo.
Fonte: Gospel+
Vamos usar esta grana meu irmão pra fazer o que a biblia nos pede pra fazer e para e gastar com as paixões que Apostolo Paulo se refere.
Eles nos orientou a gastar, com os orfãos, as viuvas e por assim dizer os necessitados.
Obsurdo.
No próximo sábado, 02 de junho às 12h, o pastor Silas Malafaia veiculará uma edição do programa Vitória em Cristo feito especialmente para responder às críticas a respeito de sua abordagem do cristianismo e atacar blogueiros e sites evangélicos. Essa edição terá continuidade no dia 09 de junho, com o complemento da mensagem veiculada na primeira parte.
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O programa falará da história e ministério do Pastor Silas Malafaia junto à Associação Vitória em Cristo. Ele também apresentará seus argumentos para defender a teologia da prosperidade, dizendo esta ser a doutrina certa a ser pregada aos seguidores de Cristo e desafiará aos críticos que provem que está errado. Malafaia também espera rebater as críticas que vem recebendo desde que se juntou aos pregadores Mike Murdock e Morris Cerullo, conhecidos pela ênfase na mensagem de enriquecimento através do evangelho.
Em 2010, Silas Malafaia afirmou durante uma entrevista à revista Igreja que pastor que não prega a teologia da prosperidade é um “idiota que deveria entregar a credencial”. Já em 2011 disse que blogueiros evangélicos são vagabundos e “filhos do diabo”.
No Twitter, Silas Malafaia enfatizou o desafio lançado há algumas edições do Vitória em Cristo, para que blogs e sites de notícia assistam sua ministração sobre o tema: “E neste sábado, faço um desafio aos blogs e sites evangélicos no programa Vitória em Cristo. Assista!”, publicou o pastor.
O desafio de Malafaia foi considerado por muitos blogueiros e formadores de opinião da blogosfera como “covarde”, pois não abre a possibilidade de diálogo de iguais proporções entre ele e nenhum representante de seus críticos. Há ainda a suspeita de que o desafio seja também uma estratégia de marketing para divulgação de seu site pessoal de notícias.
Para Para o blogueiro Antognoni Misael “somado ao seu lado sarcástico, indomável, arrogante, prepotente, aos poucos outra face [de Silas Malafaia] é revelada: a de covarde”.
Já Marcelo Lemos afirmou que “é um desafio covarde, falso, um palco montado”. Para ele o Pastor Silas deveria abrir “as portas de seu estúdio para uns dois ou três vagabundos – ops! -, quero dizer, blogueiros. Aí sim começaria fazendo o certo, liderando um verdadeiro desafio teológico”.
Marcelo ainda completou dizendo que “seja como for, sua mensagem pré-fabricada não vai apagar as heresias que ele vem divulgando nos últimos anos; o desafio é uma tragédia anunciada”, acredita Marcelo.
Fonte: Gospel+
AO TER UM ENCONTRO ESPECIAL COM DEUS, ACEITEI O CHAMADO PARA O MINISTÉRIO E NO DIA 31 DE DEZEMBRO DE 2006, RECEBI MINHA ORDENAÇÃO MINISTERIAL. ATUALMENTE APOIAMOS UM PROJETO MISSIONÁRIO NA ÁFRICA, CHAMADO S.O.S ÁFRICA DA IGREJA NOVA ALIANÇA, ONDE ESTIVE POR DUAS VEZES, O PROJETO EXISTE HÁ 30 ANOS. TENHO FORMAÇÃO ACADÊMICA EM TEOLOGIA PELA FTN. ATUALMENTE CURSO UM SEMINÁRIO SEESBI - BEITEL El SHAMAH. DESDE 2013 SOU PASTOR PRESIDENTE FUNDADOR, DA IGREJA PROJETO DE DEUS EM SÃO CARLOS – SP. SOU CASADO A MAIS DE 13 ANOS, TENHO DUAS FILHAS E TRABALHAMOS JUNTOS, PARA AJUDAR A SOCIEDADE COMO NOSSO SENHOR JESUS, NOS ORDENOU.
A conversão não pode Apagar o Passado
Após conversão ao evangelho, ex-goleiro Bruno será batizado nas águas em culto no presídio.
O ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, preso sob acusação de sequestro e morte da modelo Eliza Samúdio, será batizado nas águas hoje, 21/05, de acordo com informações publicadas por sua noiva, Ingrid Calheiros, no Facebook.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Bruno, que havia frequentado a Igreja Batista Gêtsemani antes do sucesso no esporte, voltou ao evangelho após sua prisão, e contou à família sua decisão de se batizar após conseguir a liberdade condicional, de acordo com informações do The Christian Post.
A noiva do jogador agradeceu a Deus pelo passo de decisão que Bruno tomou: “Uma nova Criatura em Cristo Jesus, obrigado Deus, tu sabes de todas as coisas! Em tudo na nossa vida é um propósito de Deus, e o propósito do Bruno se cumpre amanhã [hoje], em nome de Jesus, Amém”, publicou Ingrid.
Ingrid não poderá comparecer por estar com dengue, mas divulgou a notícia com entusiasmo: “Amanhã [hoje] é um dia de muita alegria para mim! Meu marido vai ser batizado nas águas na igreja da penitenciária! Eis que Deus fará nascer um novo homem!”.
A avó de Bruno, Estela de Souza, comparecerá à cerimônia de batismo do ex-goleiro, como representante da família.
Fonte: Gospel+
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